segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Frajola e eu

Esta sou eu (com meus óculos Chanel que - snif, snif, quebraram) e este é o Frajola, gatinho muito viralata do meu sobrinho Frajola, quer dizer, Alê.

ROSINHA, A GATINHA DO TELHADO

A Rosinha mora hoje com a vovó Francisca, em NH, e com o Trovão, é claro.

terça-feira, 18 de setembro de 2007




gatinha irrequieta



Esta gatinha é tão irrequieta que não consegui fotografá-la inteira.

mesticinho




gatinho comendo

Celeste Aída

Esta é minha querida (e finada) gatinha, Celeste Aída.
Faleceu aos 17 anos e meio.
Saudades...


Para quem acha que ela viveu muito, a mãe dela estava viva e com 21 anos.

Lurdinha















Esta gatinha ERA do Parque da Água Branca.
Eu estava muito triste porque a Celeste falecera, e há muito tempo não sabia o que é viver numa casa sem gato, então fui ao parque e raptei a gatinha. Aliás, ela me seguiu até o meu carro.

Lurdinha, minha gatinha

Ela também atende por "gorda", se bem que
gorda é pouco, ela está obesa.

Lurdinha, de novo


Supergata (com ramela nos olhos).

ROSINHA, a gata do telhado

Preciso contar a história da Rosinha. Um dia, na casa do meu irmão, ouvimos um piado vindo do telhado, achávamos que era um filhote de passarinho que fora abandonado ou que caíra do ninho. Pedimos, minha mãe e eu, para que meu irmão subisse no telhado para procurar o passarinho. No dia seguinte fomos lá e ele disse que havia tentado por duas vezes e não encontrou nada. O piadinho estava mais fraquinho, fiquei condoída, desesperada, ele não agüentaria mais um dia e eu nunca mais me perdoaria se deixasse aquele passarinho morrer. Insisti para que meu irmão subisse de novo, mas desta vez "piando" também, por que ele responderia e assim seria encontrado pelo som.
Qual não foi a surpresa de todos ao ver que o "passarinho" era um gatinho! O gatinho havia caído num lugar de difícil acesso, motivo pelo qual acredito que sua mãe o abandonara. Era tão pequenininho que cabia na palma da minha mão, suas primeiras mamadeiras foram seringas!
Como a mãe adotiva, ela ficou anti-social.

Rosinha



Mike, o rotweiler babão, quando bebê



Este é meu sobrinho-cachorro Mike, muito carinhoso e carente, colocava sua cabeçorra no nosso colo pedindo carinho, e enquanto o acariciávamos, ele babava e babava e babava.
Está enterrado ao lado da Celeste. Se estivessem vivos não daria para colocá-los tão próximos.


Velório da Celeste















A Celeste foi enterrada em frente à capela de São Bom Jesus. Eu queria enterrá-la em NH, num lugar onde sempre tivesse alguém da família, então precisei congelá-la, porque ela morreu em SP.

Logo mais ela teria a companhia do Mike, o babão, o rottweiler do meu irmão, que foi posto para dormir para sempre aos 10 anos, depois de ficar paralítico das pernas traseiras. Tentou-se tudo, até acupuntura, mas nada adiantou. Saudades de ele babar em nós enquanto fazíamos carinho na sua cabeçorra...